A pedido do senador José Sarney
(PMDB-AP), o PMDB do Senado deve adiar a definição
sobre a indicação do candidato do partido à
presidência da Casa, que está marcada para esta quarta-feira.
A nova iniciativa de Sarney, que continua afirmando nos bastidores
sua decisão de não disputar com o petista Tião
Viana (AC) no plenário, serviu para provocar novos rumores
de que ele aceitaria o cargo se for resultado de um acordo entre
os partidos do governo e da oposição.
O ministro de Relações Institucionais, José
Múcio, disse, contudo, que o Planalto vai insistir para que
os postos de comando do Senado e da Câmara sejam divididos
entre o PT e o PMDB, os dois maiores parceiros do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. "É importante para o equilíbrio
das forças". Ou seja, a eleição do presidente
do PMDB, deputado Michel Temer (SP) para o comando da Câmara
e de Tião Viana para o Senado
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